PJC Educação – Bullying

Com a proximidade da volta às aulas, o tema bullying volta a ser um tópico importante. O que antes era aceito como uma brincadeira entre pares, hoje se entende como um sério problema, tanto nas escolas quanto nos grupos de amigos, ao ponto de já se ter no Brasil sentenças condenatórias contra os chamados agressor(es) ou seus responsáveis quando menores. É importante frisar que o bullying se caracteriza pelo ato repetitivo, característica essa fundamental, pois sem a repetição não há como se caracterizar um fato isolado como bullying.
 
São três os agentes do bullying: o agressor ou agressores, a vítima ou vítimas e as testemunhas. Como já se identifica por si só, o agressor é quem pratica atos de violência física e ou moral contra a vítima que sofre a violência; testemunhas são aqueles que assistem às agressões sem esboçar reação em defesa da vítima, justamente com medo de que o agressor(es) se voltarem contra eles, mudando assim de posição, passando de testemunha à vítima.
Hoje vemos vários casos de jovens vítimas de bullying mundo afora retornarem às suas escolas para se vingarem dos seu agressor(es). Como exemplo típico temos o caso Columbine nos USA, onde vários alunos e professores foram alvejados e mortos por vítimas de bullying.  Isso nos dá a dimensão do sofrimento que a vítima passa anos a fio, sem ter a quem reclamar ou até mesmo com vergonha de se dizer vítima.  A coação psicológica é tão forte que reduz quase a zero a autoestima da vítima, que desta forma não tem forças para procurar ajuda, se tornando presas fáceis do agressor(es) que passam a agredir fisicamente a vítima(s), deixando sequelas permanentes e transformando a vida da vítima um inferno. Muitas vezes os pais não sabem o que fazer, e em muitos casos a escola tende a esconder o problema com receio de perder novos alunos.
 
A solução é bem simples, basta acompanhar de perto seu filho, e a qualquer mudança comportamental procurar dialogar e apoiá-lo.  Procurar a escola às vezes ajuda, e se isto não resolver,  trocar de escola é aconselhável, assim como procurar ajuda de psicólogos, que certamente irão diminuir as consequências causadas por esta brutalidade gratuita.  Sim, gratuita, pois na grande maioria das vezes, a vítima não dá causa às agressões, basta ser o menor da turma, o mais fraco, o mais inteligente, o mais bonito, o mais feio… Ou seja, qualquer coisa é motivo para o agressor, que por incrível que pareça é vítima em outra situação, geralmente em casa, onde não tem bom relacionamento com os pais ou outro motivo qualquer.  As agressões invariavelmente são uma maneira do agressor colocar para fora tudo o que o incomoda, fazendo com que ele seja o centro das atenções, respeitado e admirado naquele grupo específico.
 
 
 
(Entrevistas explicando sobre o tema na Rede Vida – Instituto Brasil de Direito IBD)
Legalmente falando, a justiça brasileira tem se mostrado de vanguarda, condenando agressores e/ou seus responsáveis por Danos Morais e Materiais, além de pena de reclusão quando o agressor for adulto.
Você, pai, mãe ou responsável, fique atento ao comportamento de seu filho. Denuncie, diga não a mais este crime que passou anos a fio como uma brincadeira.  Vamos erradicar este comportamento criminoso da nossa sociedade e melhorar a nossa qualidade de vida.
Saudações ecológicas!
Agindo local, pensando global!
Carlos Avel.

 

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